“Quem não tem empatia não é líder”, diz Luiza Helena Trajano
A Sabesp promoveu um bate-papo inspirador com a empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil. O encontro, intitulado “Mulheres que inspiram, cuidam e transformam”, reuniu colaboradoras e diretoras da Companhia para discutir os desafios e aprendizados da jornada feminina, especialmente a conciliação entre maternidade, trabalho e liderança.
Ao lado das diretoras Samanta Souza (Relações Institucionais e Sustentabilidade), Débora Pierini Longo (Operação e Manutenção) e Maria Alicia Lima Peralta (Jurídico), Luiza compartilhou reflexões sobre sua trajetória como mãe de três filhos e líder empresarial. Com seu estilo descontraído e “francano-mineiro”, ela destacou que “ser mãe é gerir a coisa mais importante da vida” e relembrou os ensinamentos da própria mãe, que a incentivava desde cedo a encontrar soluções por conta própria.
Segundo Luiza, empatia é elemento fundamental para liderar. “Quem não tem empatia não consegue ser líder. Liderança é dar exemplo, pedir desculpas, ouvir e descentralizar. É levar as pessoas mais longe do que imaginam”, afirmou. A empresária também defendeu que centralizar não torna ninguém mais importante e que bons líderes “dão palco para os outros brilharem”.
A maternidade como escola de gestão também foi um ponto forte das falas das diretoras. Samanta Souza ressaltou a importância de promover o protagonismo, tanto dos filhos quanto das equipes. Débora Longo, que lidera uma área com cerca de 8 mil colaboradores, comparou a liderança à postura de uma mãe que ama e orienta. Já Maria Alicia Peralta falou sobre a importância de explicar o “porquê” das ações, tanto com os filhos quanto com equipes, para promover engajamento e entendimento dos propósitos.
Durante o evento, Samanta propôs uma parceria entre a Sabesp e o Grupo Mulheres do Brasil para ações em comunidades vulneráveis, reforçando a urgência de ampliar o saneamento básico — um fator que impacta diretamente a qualidade de vida e a empregabilidade das mulheres.
“A mulher é a maior prejudicada pela ausência de saneamento, pois é quem mais falta ao trabalho para cuidar da saúde da família”, afirmou.
Da Redação
Foto: Divulgação
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