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Quadrilha tenta golpe milionário se passando por CEO do Magalu

Uma quadrilha foi presa na tarde desta sexta-feira (10), após tentar aplicar um golpe milionário em uma agência da Caixa Econômica Federal, no Centro de Franca (SP). O grupo se passou por Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza e filho da empresária Luiza Helena Trajano, para tentar sacar R$ 3 milhões. A tentativa foi descoberta graças à desconfiança do gerente do banco, que rapidamente acionou a Polícia Militar. As informações são do Portal GCN.

Segundo informações da corporação, uma equipe fazia patrulhamento de rotina quando recebeu o chamado de que um possível caso de estelionato e falsificação de documentos estava em andamento na agência localizada na rua Monsenhor Rosa. Ao chegar ao local, os policiais abordaram um dos suspeitos, que acabou confessando o crime ainda dentro do banco.

Durante a abordagem, o homem apresentou um documento falso de identidade em nome de Frederico Trajano, mas com sua própria fotografia. De acordo com os policiais, ele possuía informações pessoais detalhadas sobre o verdadeiro executivo, o que indica que a quadrilha havia feito uma pesquisa prévia minuciosa para tentar dar veracidade ao golpe.

Enquanto um dos criminosos era detido na agência, outros dois comparsas fugiram em um carro em direção a Ribeirão Preto (SP). A Polícia Militar então montou um cerco na rodovia Anhanguera, nas proximidades de Igarapava (SP), conseguindo interceptar e prender os fugitivos pouco tempo depois.

As investigações apontam que os três integrantes do grupo vieram de Brasília (DF) e desembarcaram em Ribeirão Preto, seguindo de lá para Franca, cidade natal da família Trajano. O objetivo era realizar o saque milionário, utilizando documentos falsificados e informações privilegiadas. Fontes próximas à investigação afirmam que o plano foi elaborado de forma detalhada, com a intenção de enganar o sistema bancário e realizar a transação de alto valor sem levantar suspeitas. A ação rápida do gerente e da Polícia Militar, porém, frustrou o golpe antes que o dinheiro fosse movimentado.

Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia Seccional de Franca, onde o caso foi registrado. Eles permanecem presos e à disposição da Justiça. A Polícia Civil deve agora investigar a origem das informações utilizadas pela quadrilha, bem como possíveis conexões com outros crimes de estelionato praticados em diferentes estados.

O caso chamou a atenção pela audácia dos criminosos e pelo uso do nome de uma das figuras mais conhecidas do varejo brasileiro. A atuação eficiente das forças de segurança impediu que o golpe fosse concluído, reforçando a importância da vigilância e da cooperação entre instituições financeiras e a polícia.

Da Redação
Foto:
Reprodução

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