6 milhões de brasileiros estão desempregados, aponta Ministério
Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 6 milhões de brasileiros estão desempregados. O índice ficou em 5,6%, mesmo percentual dos três meses anteriores.
Esse é o menor índice de desemprego registrado desde 2012, ano em que o IBGE iniciou a série de medições da taxa.
Além disso representa uma queda de 11,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 – algo em torno de 809 mil pessoas a menos na fila do desemprego.
Ao todo, a população ocupada no Brasil somou o recorde de 102,4 milhões pessoas no período analisado. Entre eles, 52 milhões e 700 mil pessoas são empregados no setor privado, sendo que 39 milhões e 200 mil tem a carteira assinada.
Entram na conta da informalidade pessoas que trabalham sem carteira assinada, incluindo trabalhadores domésticos, o empregador sem CNPJ, o trabalhador por conta própria sem CNPJ e as pessoas que trabalham ajudando um parente ou amigo.
Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “o nível da ocupação em patamares elevados nos últimos meses, indica a sustentabilidade da retração do desemprego ao longo de 2025”.
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em setembro. Esta taxa repetiu o patamar do trimestre terminado em agosto, mantendo-se assim no menor resultado em toda a série histórica da Pnad Contínua.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 13,9%, a mais baixa da série iniciada em 2012. A população subutilizada ficou somou 15,804 milhões de pessoas, a menor desde o trimestre terminado em dezembro de 2014.
O contingente de subocupados por insuficiência de horas foi de 4,535 milhões, o mais baixo desde o trimestre até abril de 2016.
Quem o IBGE considera desempregado?
Pela metodologia do IBGE, são classificadas como desocupadas as pessoas sem trabalho (que geram rendimentos para o domicílio) e que tomaram alguma providência efetiva para conseguir uma ocupação nos últimos 30 dias, e que estavam disponíveis para trabalhar na sema de referência da pesquisa.
Também são classificadas como desocupadas as pessoas que não procuraram trabalho no mesmo período porque já haviam acertado algum início de ocupação em futuro próximo (máximo de 3 meses após o último dia da semana de referência).
Da Redação
Foto: Divulgação
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