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Gentileza urbana inspira novos modos de viver em Franca

Comemorado mundialmente em 13 de novembro, o Dia da Gentileza reforça atitudes simples que tornam o cotidiano mais leve. Nos últimos anos, porém, o conceito ultrapassou o campo das relações pessoais e passou a integrar debates sobre planejamento urbano, arquitetura e bem-estar coletivo. É desse contexto que emerge a ideia de gentileza urbana, que valoriza projetos capazes de promover convivência, cuidado e pertencimento nos espaços compartilhados.

A premissa parte do entendimento de que a cidade é uma extensão da vida doméstica. Ruas, parques, calçadas e edifícios podem estimular encontros, proporcionar segurança, acolher o verde, incentivar deslocamentos a pé e contribuir para experiências mais humanas. Trata-se de pensar o território a partir de quem o vivencia, considerando ritmo, circulação, uso e afeto.

Empresas como a Perplan Incorporação têm adotado essa abordagem no desenvolvimento de seus empreendimentos e na forma de se relacionar com o entorno. “Gentileza urbana é refletir sobre o impacto que um projeto tem na cidade e nas pessoas. Cada implantação faz parte de um ecossistema vivo e precisa dialogar com ele, seja por meio da arborização, do desenho das áreas comuns ou das conexões com os espaços públicos”, afirma Sâmia Canuto, gerente de projetos da Perplan. 

A tendência acompanha movimentos globais de redesenho dos centros urbanos, que buscam integrar moradia, lazer, mobilidade e natureza. Na prática, envolve pensar áreas que convidem ao encontro, acolham o convívio e aproximem moradores e vizinhanças.

Em Franca, esse olhar se evidencia no Horiz Residence, que traz um projeto inovador de paisagismo que amplia o contato dos moradores com a natureza, com espelhos d’água e uma praça interna que promove um ambiente mais fresco e agradável. As medidas criadas ajudam a regular a temperatura local e oferecem bem-estar aos moradores, que ainda contam com área de lazer completa e espaços que valorizam a convivência.

“Quando falamos em gentileza, estamos tratando também da responsabilidade com o território. É olhar para a cidade não como cenário, mas como parte ativa da experiência de quem vive nela, cuidando dos espaços, do entorno e das relações que se constroem ali”, completa Sâmia. 

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