Considerado um dos maiores festivais de música católica do país, o Hallel de Franca transita entre gerações mantendo viva a sua essência: levar a palavra de Deus com dinamismo, alegria e muita música.
Para compreender o impacto desse gigante da fé, é preciso olhar para o passado e entender a chama que deu início a tudo.
O Hallel nasceu em 1988 pela iniciativa de leigos. A idealizadora foi Maria Theodora Lemos Silveira, Tia Lolita como carinhosamente é conhecida. Naquela época, Franca estava em festa ao celebrar uma década da RCC (Renovação Carismática Católica) na Diocese. Com algumas bandas, a primeira edição do Hallel superou as expectativas.A proposta não era afastar a juventude da diversão, mas mostrar que a verdadeira alegria, a arte e o entretenimento andam de mãos dadas com a espiritualidade.

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A expectativa para este ano é imensa. A 39ª edição do Hallel já tem data e local definidos: acontecerá entre os dias 4 e 7 de setembro, no Parque de Exposições Fernando Costa, em Franca (SP). A entrada é gratuita.
A organização anunciou um lema profundo e focado no resgate do essencial:
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6)
Este tema convida todos, especialmente as novas gerações, a reencontrarem em Cristo a bússola espiritual em tempos de tantas incertezas e conexões superficiais no mundo digital.

Até o momento estão confirmados o Instiututo Hesed; os padres Marcelo Rossi, Diego de Maria, Fábio de Melo, Bruno Gonzales, Adriano Zandoná, Fernando Antônio Costa (o Fernandinho do Cenáculo), Chrystian Shankar, Dalmácio Garcia, Fábio Francisco, Raphael Romão, Wallace Aguiar e Frei Adener; as bandas Rosa de Saron, Gerados pela Imaculda, Anjos de Resgate, Juninho Cassemiro, Gil Motta, Flávio Vitor e Colo de Deus; além dos pregadores Moisés Rocha e Hélio de Maria.
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