Imagine-se fazendo uma entrevista de seleção para a contratação de um colaborador para sua empresa. O que realmente você considera relevante para sua decisão em contratar ou não?
Uma avaliação estruturada deve cobrir tanto aspectos técnicos quanto comportamentais para prever o desempenho real do colaborador na empresa.
Sabe-se que o conhecimento técnico pode ser treinável, já os aspectos relacionados a proatividade, colaboração com a equipe e principalmente abertura para o aprendizado, sinalizam um ponto bastante positivo no provável desempenho do colaborador.
Avalição das habilidades relacionadas a identificar problemas complexos e desenvolver soluções criativas e lógicas é um atributo altamente valorizado em qualquer função.
Tão importante quanto as habilidades anteriormente citadas, o alinhamento cultural também passa a ser um dos pontos mais críticos. É essencial entender se o candidato compartilha os valores da empresa e se integrará bem à equipe e ao ambiente de trabalho existente.
Todas essas características devem também serem avaliadas quando a empresa oferece oportunidades para estagiários. O conceito de que o estagiário será responsável por funções básicas já não é real, visto que, o iniciante será um provável contratado e, dessa forma, desde seus primeiros passos também deve ser engajado na filosofia e cultura da empresa.
Esse comportamento por parte do contratante passa a ser uma grande oportunidade de avaliação real sobre o comportamento do iniciante. Pessoas que apresentam uma postura aberta ao aprendizado, sempre apresentam predisposição para desenvolvimento oferecendo resultados além das expectativas, começam a se diferenciar desde os primeiros momentos de atuação.
A empresa contratante deve sempre observar que carreira se constrói com capacitação profissional, repertório, atitude e comportamentos congruentes. Esse conjunto de fatores quando observados com especial atenção fornecerão um grande embasamento para uma boa contratação.
Liderança & Comunicação
Espaço estratégico voltado para o desenvolvimento de soft skills (habilidades comportamentais) que transformam profissionais técnicos em gestores e influenciadores eficazes. O objetivo central é ensinar que não basta ter uma visão estratégica se você não souber comunicá-la, nem basta ser um bom comunicador se não souber liderar pessoas através de conflitos e mudanças.

Jorge Cesar de Souza
É palestrante, treinador corporativo sobre Liderança, Comunicação e Oratória. Educador Executivo pela Escola de Educação Executica E3. Especialista em Cirurgia Bucomaxilo Facial e Especialista em Ortodontia.
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