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“Marcação: antes do fim” acontece neste sábado

📸 Divulgação

Chega ao fim neste sábado (28) a exposição “Ensaio Geral: a fusão com o outro”. Idealizada pela bailarina e artista visual Dora Golfeto, a mostra une dança e artes visuais em uma experiência sensorial que vem conquistando o público de Ribeirão Preto (SP).

A exposição termina com a apresentação da performance “Marcação: antes do fim”. A intervenção artística está marcada para às 11h, na Biblioteca Sinhá Junqueira, localizada no centro da cidade. A entrada é gratuita, sendo assim, aberta a todos que queiram vivenciar a fusão entre pintura e movimento.

Desde o dia 7 de junho, o público pôde apreciar 12 quadros criados por Dora Golfeto. As obras são feitas com tinta a óleo e retratam corpos femininos em movimento. Cada pintura representa momentos da performance, conectando o observador à potência do gesto e à delicadeza do corpo.

As bailarinas Marilia Ribeiro Garcia e Izabelle Pimenta Penha foram modelos e intérpretes dessa experiência. Durante a apresentação, elas dançam ligadas por um fio amarelo. Esse elemento visual atravessa os corpos e o espaço, funcionando como símbolo de memória e conexão.

Integração de linguagem e sensações

Por isso, o projeto não se limita à contemplação visual. A proposta é provocar os sentidos e estimular a participação emocional do público. A fusão entre dança e artes visuais surge como forma de expandir a experiência artística. Além disso, destaca o papel da coletividade no processo criativo.

A performance tem momentos de pausa, tensão e fluidez. Cada gesto carrega uma narrativa não verbal. O fio que conecta as artistas também convida o espectador a refletir sobre vínculos, presença e tempo.

O projeto Ensaio 1 foi viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, com apoio do Ministério da Cultura e da Prefeitura de Ribeirão Preto. Ao longo da programação, também foram realizadas atividades paralelas, como palestra sobre acessibilidade na dança e oficinas sobre processos colaborativos.

Essas ações reforçaram o compromisso com uma arte mais inclusiva e transformadora. Para Dora Golfeto, promover o encontro entre linguagens fortalece a capacidade de escuta, empatia e expressão.

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