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Musixe obtém reconhecimento internacional de acessibilidade

A acessibilidade em plataformas de estudo tem se tornado um tema central no debate sobre inclusão educacional. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com algum tipo de deficiência. No Brasil, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que cerca de 18,6 milhões de pessoas possuem deficiência visual, total ou parcial, além de milhões diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e outras condições que impactam diretamente a forma de aprender.

É nesse contexto que a plataforma Musixe se destaca. Criada com a proposta de democratizar o aprendizado da música, a empresa tem investido em recursos que permitem que alunos com diferentes necessidades possam estudar em igualdade de condições.

Estudos da WebAIM, organização internacional especializada em acessibilidade digital, indicam que mais de 95% dos sites na internet ainda apresentam barreiras significativas para pessoas com deficiência. Entre os principais problemas estão baixo contraste de cores, ausência de descrição em imagens, navegação limitada para leitores de tela e conteúdos extensos que dificultam a concentração. A Musixe segue caminho oposto, adotando diretrizes internacionais como as WCAG (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web), reconhecidas mundialmente.

Na prática, isso se reflete em aulas que combinam áudio, vídeo e descrições textuais detalhadas, permitindo que pessoas com baixa visão ou cegueira compreendam conceitos musicais complexos. Materiais complementares em PDF funcionam como um guia descritivo das aulas, aprofundando o conteúdo e auxiliando alunos que dependem de leitura assistida. O site também oferece compatibilidade com leitores de tela, ajustes de contraste e navegação por teclado ou outras tecnologias assistivas.

A organização do conteúdo pedagógico também considera pesquisas da área educacional. Estudos publicados pela Universidade de Harvard indicam que conteúdos fragmentados em blocos menores aumentam em até 40% a retenção de alunos com dificuldades de atenção, incluindo pessoas com TEA e TDAH. Por isso, as aulas da Musixe são objetivas, geralmente com duração de até dez minutos, dividindo temas mais longos em partes mais gerenciáveis.

“Sempre tivemos a preocupação em oferecer um ensino musical de qualidade e acessível para todos, mas de nada adianta ter esse ambiente, se não for para todos de verdade; e não faz sentido falar sobre todos e excluir alguns. A gente fala muito sério quando menciona todos: e esse foi um grande motivador para a implementação de acessibilidade em toda a plataforma”, afirma o programador João Batista Neto, desenvolvedor de software.

O site da Musixe segue normas rigorosas de compliance com a legislação norte-americana ADA (Americans with Disabilities Act), referência internacional na garantia de igualdade de acesso digital.

“(…) É acessível para pessoas que dependem de leitores de tela, pessoas com visão desfocada ou dificuldades com contraste; pessoas com doenças, como epilepsia, que precisam evitar luzes piscando; pessoas com dificuldades ou problemas com objetos se movimentando na tela, entre outros”, completa.

Fundada em Franca, no interior de São Paulo, A escola online surigiu em 2018, hoje conta com 70 cursos, quase 6 mil aulas e possui mais de 120 mil alunos. Com uma única assinatura, os alunos têm acesso ilimitado aos conteúdos, organizados por módulos e cronograma de aulas personalizado.

Da Redação
Foto: Divulgação/Musixe

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