A rede socioassistencial de Franca (SP) inicia nesta semana uma ofensiva de acolhimento e conscientização. Através de parcerias com a Pastoral do Menor e a Fundação Proreavi, a Secretaria de Ação Social promove uma série de oficinas e rodas de conversa nos CRASs e centros comunitários. O objetivo é claro: transformar a assistência em um espaço vivo de diálogo sobre saúde mental, diversidade e cidadania.
O pontapé inicial acontece nesta quinta-feira (14), no Jardim Aeroporto III. O debate central — “Desenvolvimento infantil e formas de proteção” — coloca em pauta a escuta ativa de crianças e adolescentes.
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A ação faz parte do Projeto Estrelinhas, que busca criar camadas de proteção psicológica e social para os menores em situação de vulnerabilidade. No dia 19, o CRAS Leste complementa essa frente com uma oficina dedicada às relações interpessoais na infância.

Um dos destaques da programação é a Oficina de Masculinidades, que será realizada nos dias 27 e 29 de maio. Ao levar o debate para o Jardim Aeroporto I e para a Vila Santa Efigênia, a prefeitura propõe uma reflexão crítica sobre responsabilidade afetiva e comportamentos masculinos.
Na mesma linha de combate à discriminação, o CRAS Leste sedia, no dia 26, a Oficina de Diversidade Sexual e de Gênero. Em entrevista ao portal Vi No Site, especialistas da rede ressaltam que o objetivo é “ampliar o diálogo e fortalecer o respeito às diferenças”, transformando a informação em ferramenta contra a exclusão.
A programação não esquece daqueles que cuidam. No dia 28, o Grupo Cuidar oferece suporte emocional e troca de experiências para familiares e cuidadores na Vila São Sebastião. Paralelamente, o projeto “Fios que Transformam” utiliza o artesanato e o crochê como via de regra para a geração de autonomia e socialização.
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