Bispo da Diocese de Franca agradece lei da Deputada Graciela

A nomeação oficial e a inauguração do novo Hospital Estadual de Franca “Dom Diógenes Silva Matthes” repercutiram intensamente nos círculos políticos e religiosos da região da Alta Mogiana.

Por meio de um documento oficial, o bispo da Diocese de Franca, Dom Paulo Roberto Beloto, manifestou publicamente o agradecimento da Igreja Católica à Deputada Estadual Delegada Graciela (PL). No texto encaminhado diretamente à parlamentar, o líder católico classificou a homenagem jurídica como “demasiadamente significativa” para toda a comunidade regional.

O reconhecimento faz referência ao Projeto de Lei nº 682, de 2025, de autoria de Graciela, aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa (Alesp).

De acordo com a manifestação assinada por Dom Paulo Roberto Beloto, eternizar o nome de Dom Diógenes no principal complexo hospitalar da microrregião reabilita publicamente o legado do primeiro bispo diocesano, lembrado por sua atuação em prol dos vulneráveis e pela “defesa da vida desde a sua concepção até o seu fim natural”.

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No ofício, o bispo também esclareceu a justificativa de sua ausência protocolar na cerimônia de inauguração da estrutura do hospital. Dom Paulo Roberto explicou que o não comparecimento decorreu de um compromisso institucional assumido previamente com a Assembleia da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB), vinculada ao Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Apesar da impossibilidade de estar presente na entrega do prédio de R$ 186 milhões, a diocese manteve uma comissão de presbíteros e vigários para acompanhar a comitiva do Executivo.

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A estrutura do novo hospital representa um marco técnico que reconfigura o atendimento a mais de 720 mil pessoas de Franca e dos municípios circunvizinhos. A unidade opera com um teto planejado de 220 leitos de internação clínica, além de UTIs especializada nas alas adulta, pediátrica e neonatal. Para a comunidade local, a vinculação patronímica a Dom Diógenes — que regeu a Igreja Particular de Franca por 35 anos — chancela uma identidade humanitária ao atendimento público do município.

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