Morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos, a lenda da música country: Dolly Parton. A causa da morte ainda não foi divulgada.
O anúncio foi feito por Brian Seaver, sobrinho de Dolly, em um vídeo publicado no Instagram. Segundo ele, a própria cantora havia pedido anos atrás que ele fosse responsável por comunicar sua morte à família e ao público. Ela não teve filhos e foi casada por quase 60 anos com Carl Thomas Dean.
“É uma honra; uma honra que se mistura a um orgulho imenso e a uma profunda tristeza. Mas a tristeza fica conosco, não com Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, certamente recebida por Carl, por seus pais e por inúmeras outras pessoas que a acompanharam e ansiavam por encontrá-la no céu”, postou o sobrinho da artista.
Com uma voz inconfundível, presença magnética e uma autenticidade que atravessou gerações, ela se consolidou como um dos maiores ícones da história da música mundial. Sua trajetória no universo da música country não é apenas uma sucessão de sucessos estrondosos, mas uma verdadeira celebração da arte de conectar pessoas através da sinceridade e da paixão pelo som.
Dolly sempre se destacou como uma compositora magistral de histórias. Com uma sensibilidade única, ela transformou sentimentos profundos, memórias da infância e vivências reais em canções universais que tocaram corações em todos os cantos do planeta. Sua capacidade de narrar a vida com poesia fez com que sua música ultrapassasse os limites do gênero country, conquistando públicos de diferentes culturas e provando que uma identidade artística verdadeira não conhece fronteiras.
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